Principais ideias de Simone Weil

junho 5, 2009 at 11:54 am (Uncategorized)

Simone Adolphine Weil (Paris 3 de Fevereiro de 1909 — Ashford, 24 de Agosto de 1943) foi uma escritora, mística e filósofa francesa, tornou-se operária da Renault para escrever sobre o cotidiano dentro das fábricas, lutou na Guerra civíl Espanhola ao lado dos republicanos e morreu em greve de fome, protestando contra as condições em que eram mantidos os prisioneiros de guerra na França ocupada.

Simone Weil morreu durante uma greve de fome e queria permanecer virgem por toda vida ela dizia: “a família é prostituição legalizada… a esposa é uma amante reduzida à escravidão”.

Passou três anos preparando-se para o concorrido exame da Ecole Normale Supérieure sob a supervisão do filósofo anticonformista “Alain” (que a apelidou – por causa das roupas estranhas que ela costumava usar – de “Marciana”). Uma das primeiras mulheres a estudar na instituição, existem controvérsias se ela teria se formado em primeiro (segundo algumas fontes) ou segundo lugar (conforme afirmam outras). Todavia, todas as fontes são unânimes em afirmar que ela graduou-se imediatamente à frente de outra Simone – a de Beauvoir.

Em 1934, Simone licenciou-se por dois anos do magistério para tentar viver como e entre operários. Todavia, sua resistência física só lhe permitiu levar o projeto até agosto de 1935, quando, trabalhando na linha de montagem de carros da Renault, caiu doente com uma inflamação na pleura. O “Journal d’usine” (“Diário da fábrica”) que ela manteve durante esse período observa que “a exaustão me fez esquecer finalmente as verdadeiras razões pelas quais estou na fábrica; ela faz quase invencível a tentação que esta vida traz consigo: não mais pensar”. Ela ficou tão traumatizada por sua experiência fabril, que abandonou imediatamente quaisquer noções românticas que ainda tivesse sobre o proletariado e sua (ou de quem quer que fosse) habilidade para ajudá-lo. Ela descobriu que a opressão não resulta em rebelião, mas em obediência e apatia – e até mesmo na internalização dos valores do opressor.

Post : Produção de texto sobre Simone Weil 

05/06/2009       Sexta-Feira       PTC

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Movimentos Feministas

abril 24, 2009 at 12:04 pm (Uncategorized)

A mulher na época de 60-70 era a responsável pelas tarefas domésticas e cuidar de seus filhos com o passar do tempo isso foi mudando, a mulher queria ter seu proprio emprego e entrar para o mercado de trabalho, ter sua própria renda e ter uma posição melhor na sociedade. Não ser mais somente a mulher de casa e de seus filhos, ela queria mostrar que tambem era capaz como o seu marido e ser independente e na maioia das vezes os maridos não aceitavam cordialmente essa ideia.

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Tecnologia da 2ª Guerra Mundial

abril 17, 2009 at 11:36 am (Uncategorized)

Balão bomba

 

Balão bomba ou balão de fogo (japonês 風船爆弾 fūsen bakudan, lit. “bomba levada pelo vento”) foram balões de hidrogênio equipados com uma mina antipessoal de 15 kg e dois dispositivos incendiários.

Estima-se que cerca de 9000 desses balões tenham sido lançados pelo Japão durante a Segunda Guerra Mundial, em retaliação ao bombardeamento de Tóquio e Nagoya pelos Estados Unidos (Ataque Doolittle). Os balões eram totalmente ineficazes como armas.

Os balões japoneses que carregavam essas bombas tinham 12,80 m de diâmetro, 548 m³ de volume, detonador de 19,50m, com tempo de queima de 1h 22 min e, quando completamente cheios, continham aproximadamente 540 m³ de hidrogênio. Os sítios de lançamento localizavam-se na costa leste da ilha japonesa de Honshu. A idéia que parecia ser absurda quase deu certo: alguns balões conseguiram chegar à costa do Alasca, Califórnia, Wyoming, Arizona, no Canadá (Saskatchewan, nos territórios noroestes, e no Yukon) e do Oregon.

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Produção de texto

março 27, 2009 at 12:12 pm (Uncategorized)

Produção de texto

 

Atualmente o fetichismo tecnológico esta cada vez mais presente em nossas vidas com a presença exuberante de carros do ano ou a nova calça da marca, as pessoas compram as coisas de ultima geração pra terem uma auto aprovação e uma aprovação da sociedade, ou seja, se mostrar por aquilo que ela conquistou de última geração.

A ideia da Indústria cultural era que a cultura naquele tempo era comercializada um exemplo da atualidade são os canais pagos a internet e varias outras coisas que são fontes de cultura e são pagas e não são todas as pessoas que podem ter essas novas formas de cultura então com isso essas pessoas vão ficando ultrapassadas se não  conseguirem conseguir essa cultura perdida de outra maneira

E também tem o caso da padronização do homem nessas novas fontes de cultura e comunicação como o celular de última geração a internet, tudo isso precisa de um período de adaptação para as pessoas se acostumarem com aquela nova idéia de cultura inclusive nos meios de comunicação em massa como celulares telefones de ultima geração,etc.

 

Produção de texto que trabalhe com os temas

-Fetichismo tecnológico

-Indústria Cultural

-Meios de comunicação em massa

-Padronização do homem

 

Segundo ensino médio B

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Indústria Cultural de Adorno e Horkheimer

março 27, 2009 at 11:49 am (Uncategorized)

Indústria Cultural

A Indústria Cultural impede a formação de indivíduos autônomos, independentes, capazes de julgar e de decidir conscientemente.[1] [2] Com as palavras do próprio Adorno, podemos compreender o porque das suas reflexões acerca desse tema.

Theodor Wiesengrund-Adorno, em parceria com outros filósofos contemporâneos, estão inseridos num trabalho muito árduo: pensar filosoficamente a realidade vigente. A realidade em que vivia estava sofrendo várias transformações, principalmente, na dimensão econômica. O Comércio tinha se fortalecido após as revoluções industriais, ocorridas na Europa e, com isso, o Capitalismo havia se fortalecido definitivamente, principalmente, com as novas descobertas cientificas e, conseqüentemente, com o avanço tecnológico. O homem havia perdido a sua autonomia. Em conseqüência disso, a humanidade estava cada vez mais se tornando desumanizada. Em outras palavras, poderíamos dizer que o nosso caro filósofo contemplava uma geração de homens doentes, talvez gravemente. O domínio da razão humana, que no Iluminismo era como uma doutrina, passou a dar lugar para o domínio da razão técnica.  Os valores humanos haviam sido deixados de lado em troca do interesse econômico. O que passou a reger a sociedade foi a lei do mercado, e com isso, quem conseguisse acompanhar esse ritmo e essa ideologia de vida, talvez, conseguiria sobreviver; aquele que não conseguisse acompanhar esse ritmo e essa ideologia de vida ficava a mercê dos dias e do tempo, isto é, seria jogado à margem da sociedade. Nessa corrida pelo ter, nasce o individualismo, que, segundo o nosso filósofo, é o fruto de toda essa Indústria Cultural.

Segundo Adorno, na Indústria Cultural, tudo se torna negócio. Enquanto negócios, seus fins comerciais são realizados por meio de sistemática e programada exploração de bens considerados culturais.[2] [3] Um exemplo disso, dirá ele, é o cinema. O que antes era um mecanismo de lazer, ou seja, uma arte, agora se tornou um meio eficaz de manipulação. Portanto, podemos dizer que a Indústria Cultural traz consigo todos os elementos característicos do mundo industrial moderno e nele exerce um papel especifico, qual seja, o de portadora da ideologia dominante, a qual outorga sentido a todo o sistema.

É importante salientar que, para Adorno, o homem, nessa Indústria Cultural, não passa de mero instrumento de trabalho e de consumo, ou seja, objeto. O homem é tão bem manipulado e ideologizado que até mesmo o seu lazer se torna uma extensão do trabalho. Portanto, o homem ganha um coração-máquina. Tudo que ele fará, fará segundo o seu coração-máquina, isto é, segundo a ideologia dominante. A Indústria Cultura, que tem com guia a racionalidade técnica esclarecida, prepara as mentes para um esquematismo que é oferecido pela indústria da cultura – que aparece para os seus usuários como um “conselho de quem entende”. O consumidor não precisa se dar ao trabalho de pensar, é só escolher. É a lógica do clichê. Esquemas prontos que podem ser empregados indiscriminadamente só tendo como única condição a aplicação ao fim a que se destinam.

 

Adorno e Horkheimer


 

 

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A influência da mídia na sociedade

março 20, 2009 at 12:02 pm (Uncategorized)

Produção textual

 

    Hoje em dia a mídia independente de qual fonte ela vier ela é informativa ou formativa as duas transmitem um pensamento .A mídia pode se destacar em quase tudo, no jornal que lemos, nos programas de televisão que assistimos, nos filmes, nos desenhos animados, até na música a mídia se manifesta.Alem disso a mídia influencia o consumismo, de uma idealização pessoal, por exemplo uma roupa em uma modelo linda na propaganda de televisão as pessoas vão querer comprar a roupa com a intenção de se parecerem com aquela imagem que ela viu na televisão e admira, e daí começa o consumismo das pessoas.

    A mídia as vezes é transforma o que é supérfluo em necessário onde daí sai o consumismo novamente um exemplo é uma propaganda de um carro por exemplo, um homem tem um carro ai ele  vê uma propaganda de um carro de última geração, o que é necessário é o carro e ele já tem, mais ele vai passar a querer o supérfluo que é o carro de ultima geração que tem uma coisinha ou outra a mais do que o dele.

    Há também o problema de as pessoas negarem sua própria identidade como foi citado acima o exemplo das modelos na propaganda de roupas, com isso a identidade própria das pessoas se camufla por que ela vai querer cada vez mais e mais ser aquela pessoa da propaganda que ela julga uma aparência boa, ai o EU dessa pessoa fica camuflado em cada vez mais roupas de marca

 

 

 

  

 

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Informática educativa

março 13, 2009 at 11:35 am (Uncategorized)

 

Informática educativa

 

Há uma discussão grande sobre o que seria informática educativa e/ou qual seria o papel que o computador deveria exercer em escolas, faculdades e etc. Dependendo da visão educacional e das condições técnico/pedagógicas, este termo pode assumir diversos significados.

Segundo o MEC, Informática Educativa significa “a inserção do computador no processo de ensino-aprendizagem dos conteúdos curriculares de todos os níveis e modalidades da educação. Os assuntos de uma determinada disciplina da grade curricular são desenvolvidos por intermédio do computador.”

Enfim, Informática Educativa vai muito além de ensinar o aluno sobre competências computacionais, onde o mesmo é treinado em aplicativos comerciais. Podemos dizer que não basta ter conhecimento técnico e conhecer a fundo os componentes do computador, ou saber programar com diversas linguagens. Há outras diversas vertentes que devem ser levadas em consideração neste processo. O mais importante e necessário é ter consciência das implicações sociais do computador na sociedade.

Pensando nisso, as escolas vêm adotando cada vez mais o uso de computadores, mas será que na prática estão atingindo seu objetivo, ou estão apenas ensinando os alunos a trabalhar com um sistema operacional e alguns aplicativos? Será que basta ter um bom laboratório, com equipamentos de última geração? Bastaria ter recursos suficientes para adquirir aparelhos eletrônicos e tecnológicos de custo alto? Notamos que algumas instituições se equipam e buscam uma boa estrutura técnica, porém visando o marketing. Então a resposta para todas estas perguntas é óbvio que é não!

A adoção da Informática Educativa numa instituição educacional significa o desenvolvimento do conteúdo de disciplinas curriculares por intermédio do computador. Este processo não depende diretamente de recursos físicos! É um processo de conscientização por parte dos alunos, direção e, principalmente, dos professores. É preciso entender a função dos professores das disciplinas e do professor especialista em informática: O professor da disciplina (seja ela qual for) não deve substituir seus métodos e estratégias de ensino/aprendizagem e sim enriquecê-los com as novas possibilidades. É papel do professor de informática desenvolver as atividades de uso de computador nas disciplinas e resolver as dificuldades que a inserção do computador na disciplina normalmente acarreta como a alteração do esquema de aulas. Chegamos a conclusão que há ai uma parceria entre educadores, ou seja, um trabalho bem feito exige o trabalho em equipe.

Resumindo: A Informática Educativa abrange o estudo sobre:

  • Aprendizagem;
  • Filosofia do Conhecimento;
  • Domínio das Técnicas Computacionais;
  • Prática Pedagógica.

Em nossa coluna falaremos mais sobre este processo, seus aspectos, ferramentas técnicas, softwares educacionais, educação a distância e diversas vertentes ligadas a este assunto tão importante para nossa sociedade.

 

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Paulo Freire

março 13, 2009 at 11:27 am (Uncategorized)

A Pedagogia da Libertação

Paulo Freire delineou uma Pedagogia da Libertação, intimamente relacionada com a visão marxista do Terceiro Mundo e das consideradas classes oprimidas na tentativa de elucidá-las e conscientizá-las politicamente. As suas maiores contribuições foram no campo da educação popular para a alfabetização e a conscientização política de jovens e adultos operários, chegando a influenciar em movimentos como os das Comunidades Eclesiais de Base (CEB).

No entanto, a obra de Paulo Freire ultrapassa esse espaço e atinge toda a educação, sempre com o conceito básico de que não existe uma educação neutra: segundo a sua visão, toda a educação é, em si, política.

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Principais ideias de Louis Althusser

março 6, 2009 at 12:20 pm (Uncategorized)

Pensamento de Louis Althusser

Diversas posições teóricas de Althusser permaneceram muito influentes na filosofia marxista . O ensaio Sur le jeune Marx, constante de Pour Marx, faz uso de um termo do filósofo da ciência Gaston Bachelard ao propor uma “ruptura epistemológica” entre os escritos do jovem Marx, inspirados em Hegel e Feuerbach, e seus textos posteriores, propriamente marxistas. Seu ensaio Marxisme et Humanisme, também de Pour Marx, é uma forte afirmação de anti-humanismo na teoria marxista, condenando idéias como o “potencial humano” e o “ser-da-espécie” (Gattungswesen), que são freqüentemente apresentadas por marxistas como uma superação da ideologia burguesa de humanidade. No ensaio Contradiction et surdétermination, Althusser usa o conceito de superdeterminação, oriundo da psicanálise, a fim de substituir a idéia de “contradição” por um modelo mais complexo de casualidade múltipla, em situações políticas (uma idéia muito próxima do conceito de hegemonia de Antonio Gramsci).

A rejeição dos hegelianos parte da própria negação de estruturas hegelianas em Marx, onde a totalidade expressiva de Hegel cede lugar, na proposta althusseriana, ao “todo estruturado”. É um todo sobredeterminado com níveis e instâncias relativamente autônomas: na configuração social há, diferente da lógica dialética, “todos parciais”, sem prioridade de um centro. Em nível do econômico opera-se a rejeição da unicausalidade econômica da história e das lutas sociais atribuindo-se a instâncias, até então determinadas do discurso marxista (como o político e ideológico), o peso de instâncias decisivas, dominantes em ser determinantes. Essa renovação na explicação marxista dos processos sociais superou efetivamente os extremismos de se imputar invariavelmente a causa econômica a todos os acontecimentos sociais e políticos, negando-se a realidade dos fatos ou invertendo-se a sua lógica. A rejeição da totalidade expressiva hegeliana, que nos marxistas anteriores significava determinação e dominância só do econômico, ganha assim estatuto de verdade e respeitabilidade na análise social. Althusser satisfaz, nesse caso, o problema do político dominando historicamente sobre (às vezes até contra) o econômico na sociedade.

Althusser é amplamente conhecido como um teórico das ideologias, e seu ensaio mais conhecido é Idéologie et appareils idéologiques d’état (Ideologia e Aparelhos Ideológicos do Estado). O ensaio estabelece seu conceito de ideologia, que relaciona o marxismo com a psicanálise. A ideologia, para ele, deriva dos conceitos do inconsciente e da fase do espelho (de Freud e Lacan, respectivamente), e descreve as estruturas e sistemas que permitem um conceito significativo do eu. Estas estruturas, para Althusser, são tanto agentes de repressão quanto são inevitáveis – é impossível escapar das ideologias ou não ser-lhes subjugado.

A ideologia, para Althusser, é a relação imaginária, transformada em práticas, reproduzindo as relações de produção vigentes. Na realização ideológica, a interpelação, o reconhecimento, a sujeição e os Aparelhos Ideológicos de Estado (AIE), são quatro categorias básicas.

Em seu discurso sobre a Ideologia é patente sua preocupação em encontrar o lugar da submissão espontânea, o seu funcionamento e suas conseqüências para o movimento social. Para ele, a dominação burguesa só se estabiliza pela autonomia dos aparelhos (de produção e reprodução) isolados.

O mito do Estado, como entidade incorporada pelos cidadãos e como instituição acima da sociedade, aparece, também no estruturalismo marxista de Althusser sob a forma de “a instituição além das classes e soberana”. Assim os Aparelhos Ideológicos do Estado são a espinha dorsal de sua teoria.

A teoria dos Aparelhos Ideológicos de Estado constrói uma visão monolítica e acabada de organização social, onde tudo é rigidamente organizado, planejado e definido pelo Estado, de tal sorte que não sobra mais nada para os cidadãos. Não há mais nenhuma alternativa a não ser a resignação ante o Estado onipresente e absolutamente dominante.

A visão extremamente simplista dos aparelhos ideológicos como meros agentes para garantir o desempenho do Estado e da ideologia atraiu para Althusser as freqüentes críticas de funcionalismo. Isto se deve ao fato de que ele não inclui nas suas preocupações questionamentos, sobre o surgimento desses aparelhos ideológicos e sobre sua lógica, conforme a época. Não há a noção de continuidade histórica e cada fase é uma fase em si, dentro da qual as diferentes instituições se articulam, sempre de forma relativa. Assim a igreja – ou a religião -, por exemplo, não é o resultado de uma sedimentação histórico-cultura de idéias e visões do mundo, trabalho de séculos dos organizadores da cultura; não, a igreja é a instituição e seu funcionamento só é captado dentro da lógica respectiva do momento analisado. A dimensão da “tradição de todas as gerações mortas que oprime como um pesadelo o cérebro dos vivos” (Marx) desaparece.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Discussão:Para que serve a escola?

março 6, 2009 at 9:04 am (Uncategorized)

Gabriel o pensador-estudo errado (trecho)

 

Eu tô aqui Pra quê?
Será que é pra aprender?
Ou será que é pra aceitar, me acomodar e obedecer?
Tô tentando passar de ano pro meu pai não me bater
Sem recreio de saco cheio porque eu não fiz o dever
A professora já tá de marcação porque sempre me pega
Disfarçando espiando colando toda prova dos colegas
E ela esfrega na minha cara um zero bem redondo
E quando chega o boletim lá em casa eu me escondo
Eu quero jogar botão, vídeo-game, bola de gude
Mas meus pais só querem que eu “vá pra aula!” e “estude!”…

 

 

Discussão – Para que serve a escola?

 

A escola vai alem do que vemos, alem de transmitir conhecimento tende a transformar crianças em futuro cidadãos. Alem das disciplinas ensina a conviver com outras pessoas de todas as classes sociais, raças, religiões, deficientes físicos…

Uma boa escola não depende somente do aluno ou professores capacitados. Tem que haver uma boa relação aluno escola já que ela é uma mini-sociedade, em que tem que haver respeito das diferenças entre todos que a compõem.

Concluímos que a escola é muito importante para a formação da sociedade.

 

 

 

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